segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

5ª Festa do Chocolate

Já passaram cinco anos desde que se realizou a primeira Festa do Chocolate. Um projecto que nasceu para comemorar um outro projecto, o ESCrito, Jornal Escolar, cujos dinamizadores foram os professores Renato Albuquerque e Ana Santiago.
Durante estes cinco anos, os responsáveis por este projecto e os alunos intervenientes premiaram-nos com 24 edições do ESCrito, guardando a memória de tudo o que aconteceu, reflectindo e fazendo-nos reflectir sobre temas que preocupam a sociedade em geral e a escola em particular.
Muitos foram os professores e alunos que ao longo destes cinco anos perceberam a importância deste projecto e contribuíram para que o mesmo tenha conquistado o seu espaço próprio dentro da escola.
A Festa do Chocolate surgiu para comemorar o aniversário do ESCrito e é já uma imagem de marca dos Casquilhos cuja organização é da responsabilidade destes dois professores e aos quais se associaram desde a primeira hora a professora Maria do Anjo Albuquerque e, a partir da segunda edição, o professor Miguel Brinca. Ao longo destes anos esta iniciativa contou sempre com o apoio do orgão de gestão da escola.
A Festa do Chocolate é um exemplo do excelente trabalho de intercâmbio entre a escola e a comunidade, nomeadamente, as escolas básicas e os colégios, um número significativo de profissionais de pastelaria do concelho do Barreiro, a Câmara Municipal, juntas de freguesia, empresas ligadas à confecção e distribuição de chocolates, etc.
A 5ª Festa do Chocolate realizou-se no dia 21 do corrente mês e lembrou a todos a passagem de mais um aniversário do ESCrito.
Esta edição envolveu mais de uma centena de alunos da nossa escola que nos dias anteriores colaboraram na decoração de todo o espaço, e, ao longo do próprio dia, ajudaram a desenvolver o programa da festa.
Neste dia recebemos mais de 500 alunos de outras escolas, tendo a maior parte deles elaborado salame na nossa cantina, transformada, por um dia, numa fábrica mágica de chocolate. Foram ainda dançar e cantar no Auditório, ouviram a história da vóvó Matilde, participaram em jogos tradicionais, receberam balões e palhaçadas, visitaram a exposição de esculturas de chocolate e puderam provar o pão, os crepes, a fruta, os bolos... todos com muito chocolate.
Esta edição da Festa do Chocolate foi "surpreendida" com a presença de uma equipa da RTP-1 que, entre as 16 e as 18 horas, emitiram por 3 vezes para o programa "Portugal no Coração", mostrando a todo o país o que se passava nos Casquilhos.
"Os Batukeiros", grupo de percussão da Álvaro Velho (um dos momentos altos da nossa festa), também contribuíram para que os pequeninos que nos visitaram ficassem com vontade de voltar e encheu-nos a todos nós de muito orgulho.
O sucesso da festa deveu-se ao empenho de todos os que nos apoiaram. De entre os muitos que connosco colaboraram, não podemos deixar de destacar os professores de Artes Visuais e de Educação Física, os professores Isabel Lopes e João Patrão, todos os alunos que participaram na Organização e todos (alunos, encarregados de educação, funcionários e professores) que participaram nos concursos de doçaria. Um obrigado especialíssimo ao sr. Celso Cunha e ao mestre Fernando Palma, da Nortejo.
Obrigado a todos.

Maria do Anjo Albuquerque
Renato Albuquerque

Leya na Barata


LEYA NA BARATA
O grupo Leya e a Livraria Barata estabeleceram uma parceria para a exploração daquele espaço da Avenida de Roma, em Lisboa.
O acordo tem como objectivo a revitalização e dinamização da conhecida livraria, um dos ícones do universo livreiro da capital. É também objectivo fundamental desta parceria a manutenção do excelente serviço pelo qual a Livraria Barata é conhecida entre os seus clientes. O acordo prevê, igualmente, a instalação, no piso -1 da Barata, da "Loja do Professor", espaço que será dedicado aos Professores e às editoras escolares integradas na Leya - Asa, Gailivro, Novagaia, Texto e Sebenta.

Sobre a Livraria Barata
A BARATA - TABACARIA, PAPELARIA, LIVRARIA abriu as suas portas na Avenida de Roma, nº11, em 1957. O seu fundador, António Barata, juntamente com a sua mulher, trabalhou arduamente para garantir o sucesso daquela que viria a ser uma das mais emblemáticas livrarias de Lisboa. Durante os anos 60, mais do que o sacrifício da vida pessoal, António Barata sacrificou mesmo a sua liberdade. O seu amor aos livros era tal - dizia que «o fim do negócio é sempre o lucro mas neste ramo é um pouco diferente, a paixão já é uma quota-parte desse lucro» - que chegou a ser preso por causa deles, na sequência de buscas à sua livraria e à sua casa para apreensão de livros não conformes ao regime.
Em 1986 António Barata vê concretizado um desejo de longa data e inaugura as novas instalações, ampliadas para 360 m2 e com novas condições para desenvolver a sua actividade. A Barata era agora uma livraria informatizada, dotada de um espaço cultural e apoiada por uma estrutura empresarial da qual os seus descendentes faziam já parte integrante, garantindo ao fundador a continuidade do seu negócio.
Elogiado pela sociedade pelo seu espírito empreendedor, António Barata foi distinguido, em 1991, com a Medalha de Ouro de Mérito Municipal. O fundador da Livraria faleceu em 1993 mas a sua obra perdurou até hoje, graças ao trabalho dos seus familiares que se mantêm ligados a este incontornável ponto de encontro dos amantes dos bons livros.
Fonte: http://www.leya.com/